quarta-feira, 26 de julho de 2017

Blitz da Semana do Motociclista em Guarapari-ES

Com a intenção de divulgar a Semana do Motociclista em Guarapari, na última segunda-feira, 25/07/2017, houve distribuição de panfletos ocorrida na Av. Jones dos Santos Neves, próximo ao Posto Esplanada.

Na oportunidade, tivemos o apoio de vários irmãos motociclistas, desejosos em divulgar os eventos que ocorrerão na cidade ao longo da semana.



Segue abaixo o panfleto distribuído. Venha você também participar dos eventos desta semana. Divulgue. Participe!


Semana do motociclista tem programação especial em Guarapari


Na próxima quinta-feira é comemorado o Dia Nacional do Motociclista. Em Guarapari uma Lei criada pelo vereador Thiago Paterlini instituiu a Semana do Motociclista e promove uma série de atividades voltadas para os amantes das duas rodas.
emana do Motociclista terá programação
especial em Guarapari
Na última sexta-feira, vários integrantes de moto clubes do município se mobilizaram para arrecadar alimentos para uma entidade filantrópica da cidade. Nesta quarta-feira, uma palestra sobre direção defensiva será realizada no plenário da Câmara de Vereadores com a participação de representantes da Polícia Militar e do Detran.
“Os dados de acidentes envolvendo motociclistas são preocupantes. De acordo com as estimativas, a cada duas horas um motociclista se acidenta nas ruas do Espírito Santo. De janeiro a abril deste ano foram registrados 1746 acidentes envolvendo motos. Os motociclistas precisam se conscientizar e se preocuparem mais com a segurança”, explicou Thiago Partelini, que é membro de um moto clube da cidade.
No dia 27, Dia do Motociclista, será realizada uma motociata. O evento será aberto a todos os motociclistas da cidade. O ponto de saída será em um posto de combustíveis na Avenida Jones dos Santos Neves. De lá os motociclistas irão até o Centro e depois seguirão para a Praça da Paz, onde será feito um minuto de silêncio em homenagem a todos os motociclistas que perderam a vida.
Na sexta-feira (28) uma blitz educativa e não pfunitiva será realizada na Praça Philomeno Pereira Ribeiro também para chamar a atenção dos motociclistas que circulam pela cidade para a importância do uso dos equipamentos de segurança e da direção defensiva.

Campanha do Agasalho e do Alimento - 2ª Doação

Na sexta-feira, 21/07/2016, fizemos a segunda entrega das doações da Campanha do Agasalho e do Alimento.

Na oportunidade, estiveram presentes conosco os Motoclubes:



O encontro ocorreu na Oficina Guaramo, do sr. Valmir.
Oficina Guaramo

De lá, saímos (cerca de 26 motociclistas) em direção à Paróquia Sagrada Família da Praia do Morro, com apoio da Polícia Militar, que acompanhou o Comboio.


O encontro na Igreja foi acompanhado pela presença dos representantes da Pastoral de Rua. Feita a doação, fizemos uma oração em agradecimento pelas doações recebidas.









Da Igreja, o comboio partiu em direção à Av. Jones dos Santos Neves.



























Ali encontramos com o Pr. Wilson, responsável pela Creche Ebenezer. Ali fizemos a segunda doação do dia, seguida novamente de oração de agradecimento.



Agradecemos o vereador Thiago Paterlini por ter acolhido a nossa Campanha e ajudado a divulgar e organizar as doações. Além de ter fomentado a criação da Lei que institui a Semana do Motociclista em Guarapari, promovendo ações de conscientização voltadas aos motociclistas.


sábado, 15 de julho de 2017

Semana no Motociclista em Guarapari-ES

No próximo dia 26 de Julho de 2017 haverá uma palestra sobre Direção Defensiva destinada a todos os motociclistas.

O evento ocorrerá na Câmara Municipal da cidade, com o apoio do vereador Thiago Paternili, e o Leviatãs apoia esta atitude.

PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM! 


Campanha do agasalho e do alimento 2017


Olá galera,

Dando seguimento ao regimento do Leviatãs de servir ao próximo, foi decidido que no mês de Julho/2017 seria promovido a a Campanha do agasalho e do alimento 2017

Assim, com apoio de Motoclubes de Guarapari, além de empresas e personalidades que marcam a cidade, deu-se início a campanha para arrecadas alimentos, roupas e outros objetos, destinados à Pastoral de Rua da Paróquia Sagrada Família da Praia do Morro, que há cerca de 3 anos tem feito um excelente trabalho de amparo ao morador de rua da cidade.


Assim, no dia 15 de Julho, após a primeira coleta de doações, foi feita a primeira entrega à Pastoral. Neste dia, além dos Leviatãs, participaram do evento os seguintes Motoclubes:




Após as coletas nos pontos da cidade, fomos ao Freeway para reunirmos todo o material coletado.

            

De lá, partimos para a Igreja Sagrada Família, onde o sr. Reinaldo (coordenador da Pastoral de Rua) nos encontrou para receber as primeiras doações.



      

A campanha segue até o dia 28 de julho de 2017.

Faça você também sua doação. Ajude a aquele que não tem nem voz pra te agradecer.

PARTICIPE!

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Kawasaki Z1000 R Edition 2018 no Brasil

A Kawasaki está cheia de novidades para o Brasil esse ano. No mês passado a fabricante anunciou as Ninjas 650 e 1000, versão 2018, no início desse mês foi a vez da versão RR da Ninja ZX-10 e agora a bola da vez é uma edição exclusiva da sua naked de 1000cc, a Z1000 R Edition.
A marca traz essa versão para reforçar ainda mais a sua linha de motos no país e apresenta a nova Z1000 R Edition 2018 com o apelo para pilotos exigentes e que buscam um modelo diferenciado.
A novidade vem com tudo que a Z1000 já dispõe no mercado, mas traz alguns itens especiais que a deixam mais agressiva e segura que a versão padrão.
No design o modelo abusa do conceito de design Sugomi que foi desenvolvido pela fabricante para sua linha Z de supernakeds e, com grafismo diferenciado, a R Edition reafirma sua imagem de uma fera selvagem pronta para o ataque.
Os detalhes especiais ficam pela cor amarelo-esverdeado em algumas partes da moto, a inscrição “R Edition” em seu protetor de tanque (tank pad) e a letra “Z” em alto-relevo na parte traseira do assento.

As mudanças na Kawasaki Z1000 R Edition vão desde a nova combinação de cores, passam pelo freio Brembo, chega na suspensão traseira Ohlins e ainda finalizam com as atualizações da versão 2018 para seu motor.

O freio dianteiro da novidade é da Brembo, com componentes de alta especificação como os da Ninja H2R, e traz sistema com disco duplo de 310mm de diâmetro, pinças duplas monobloco M50 e quatro pistões opostos. O freio traseiro continua o mesmo da Z1000, sendo com disco simples de 350mm, uma pinça e pistão único.
A suspensão traseira dessa edição especial foi modificada para dar mais conforto ao encarar as irregularidades das nossas vias, passando a vir equipada com amortecedor a gás da Ohlins. A dianteira se mantém com garfo invertido de 41mm, mas foi revista par absorver melhor os impactos.

No motor o lançamento traz todas as mesmas atualizações que a Z1000 versão padrão também recebeu para o modelo 2018. Isso inclui os ajustes na Unidade de Controle Eletrônico (ECU) em seu motor de 1043cc para que ele ofereça uma entrega suave de potência e para que reduza a emissão de poluentes.

Esse motor de 4 cilindros em linha e refrigeração líquida entrega a potência máxima de 142cv a 10.000RPM e torque máximo de 11,3kgf.m aos 7.300 giros.
Seu câmbio é de 6 velocidades, o taque tem capacidade para 17 litros de combustível e seu peso total em ordem de marcha é de 221kg.

O painel de instrumentos também vem com as mesmas funcionalidades da Z1000 2018 e conta com um indicador de marchas e um indicador de mudança de marcha, que auxilia o piloto no momento exato para melhor troca de marchas, aumentando a precisão e mantendo a imagem esportiva da Z1000.

Nova Kawasaki Z1000 R Edition Preço no Brasil

A nova Kawasaki Z1000 R Edition 2018 tem o preço sugerido de R$60.990,00, R$5mil a mais que a Z1000 padrão, vem nas cores Metallic Spark Black e Metallic Graphite Gray e está disponível nas concessionárias autorizadas da Kawasaki a partir desse mês, julho.





Diário de um Leviatã 5

Seria minha primeira participação num Encontro de Motociclistas. Tudo bem que em 2016 estive no Moto Rock em Guarapari-ES, mas não passava de um curioso. Não era membro ainda dos Leviatãs.

Por incrível que possa parecer, o evento não era o que me empolgava, mas havia um bom tempo que saía com a galera. Faculdade, trabalho, etc. eram os reais argumentos que me impediram de participar dos últimos rolés.

Desta vez o passeio tinha uma novidade: um número maior de esposas, além da presença de novatos. Ricardo e sua companheira iriam, além de um amigo de Ezequiel como carona. Infelizmente, sentiríamos falta de um HC (Homem de Colete, termo criado por mim): o vice-presidente Chicão que, por motivos familiares, não iria.

Na sexta-feira, 23 de Junho, reunimos na casa de Pedro, presidente, para alinharmos a viagem. O churrasco e os acompanhamentos, muito bem preparados por Pedro e Anna, sua esposa, foram servidos pelas cervejas levadas por cada um. Estiveram presentes, se não me engano, além dos anfitriões, Ricardo e a companheira, Dariomar, Áureo, Ezequiel, Klebin e a esposa, que chegaram quando eu estava saindo.

Definidos os horários de saída, 9 horas do sábado, dia 01 de julho, a partir do posto Guarave, encontraríamos Dariomar no posto de gasolina de Santa Mônica. Aliás, o horário de saída foi assim determinado porque sabíamos que a viagem duraria cerca de 3 horas, além de o encontro começaria à tarde, com shows à noite.

Assim o fizemos.

Desta vez decidi não levar bolsa amarrada no banco do carona, mas uma simples mochila nas costas com roupas e matérias de higiene pessoal.
Saída - Posto Guarave

Às 9 horas, conforme combinado, todos chegaram. Foi impressionante. Ninguém se atrasou.

Motos limpas, pneus calibrados, cumprimentos. Tudo estava pronto para nosso passeio.

Conforme combinado, encontramos com Dariomar e sua esposa no Posto de Santa Mônica. Novos cumprimentos.

Nesta viagem decidimos por algo simples, mas se mostrou eficiente. O presidente arrecadou da maioria o dinheiro necessário para pagar os três pedágios: Guarapari-Vila Velha, Vila Velha-Vitória e o depois da Serra (não me lembro da divisa com qual cidade). Também, pela primeira vez, tive uma falsa sensação de passar pelo pedágio sem pagar, como num ato infracional. Aquela ideia, embora errônea, de alguma forma me fez bem. É fato que há tantos impostos que pagamos, que não concordo com o pagamento de tais passagens. Porém, como dizia meu pai: “Dura Lex, Sed Lex” (A lei é dura, mas é a lei).

Fizemos nossa primeira parada ainda na Serra. Foi importante principalmente para os caronas relaxarem um pouco. Na oportunidade soube que a companheira de Ricardo dormia durante a viagem:

— Na Rodovia do Sol eu dormi. Mas aqui na Serra, com o trânsito pesado, ficou mais difícil.

— O tempo todo tenho que ficar batendo na perna dela, pra acordar. Já estou acostumado. Ela é assim mesmo – justificou Ricardo.

Depois de Serra, não sei quantos quilômetros percorremos. O fato é que Áureo ultrapassou a todos e pediu para que parássemos. Pedro tinha ficado pra trás por um motivo simples. A bolsa de viagem, que estava amarrada, soltou-se, caindo perto de um cafezal.

Restaurante Ibiraçu


Seguimos viagem até o Restaurante Ibiraçu, onde paramos para o café. Comi apenas um pastel, pois fiz o desjejum antes de sair de casa (diabético não pode ficar sem comer).

Restaurante de Ibiraçu




Na saída do lanche parei para momento de contemplação: a chegada dos irmãos ricos. Chamava assim ao grupo de motociclistas formado por motos caras (normalmente Harley Davidson). Bom, é fato que não fui o único a contemplar aquela imagem maravilhosa. Meus companheiros fizeram o mesmo.



Harley Davidson no Restaurante Ibiraçu
Também aproveitamos o momento para conversar com membros de outro MC (Moto Clube) que estavam esperando resolver o problema de pneu furado de um companheiro deles. Tratava-se de um grupo de vinha do interior de Minas Gerais.

Dali partimos para o trecho mais complicado da viagem: a estrada para Colatina.



É bem verdade que a estrada estava muito tranquila, com poucos buracos. O problema era a falta de acostamentos, além de uma cena terrível que vimos: um caminhão, durante uma ultrapassagem, foi seguido por um pálio que queria ultrapassá-lo pelo canto contrário da pista contrária, ou seja, onde “teria” um acostamento. Assistimos a tudo atônitos.
Eu na chegada a Colatina

No mais a viagem seguiu tranquila até chegarmos a Colatina, onde paramos por um motivo que até agora eu não sei. A única certeza que tenho é que atravessamos a ponte e retornamos, pois tínhamos passado do local de entrada para a cidade.

O evento estava, literalmente, na entrada da cidade.

Entramos com nossas motos. Paramos, mas não descemos. Decidimos ir para o hotel onde, após check in, iríamos sair pra almoçar e descansar até às 18:30h, quando iríamos para o Evento.

Assim o fizemos. No hotel, após o check in e deixarmos nossas coisas nos quartos, encontramo-nos no saguão para o almoço. Ricardo e sua companheira não foram, pois estavam satisfeitos com o lanche que fizeram em Ibiraçu.
Restaurante Água Viva

Encontrar um restaurante aberto foi uma luta. Sorveterias, haviam muitas abertas. Restaurante, encontramos um que estava pra fechar as portas. Entramos e nos servirmos do restante da comida que ali estava. Ezequiel e seu companheiro preferiram um lanche na padaria. Deixou-se e foi ao seu objetivo.

Avenida em Colatina
Após o almoço passamos por um supermercado local pra comprar bebidas e comidas. À tarde, no hotel, dividi o quarto com Áureo. Quis dormir, mas não consegui. Primeiro, a TV ligada e a lâmpada acesa. Depois, o próprio Áureo não permitiu. Ora falava comigo – embora eu não lhe desse atenção – ora com o celular.

No horário determinado, fomos à pé para o Encontro.

O evento foi bonito. Não houve nenhum tipo de tumulto ou desordem. Aliás, o encontro começou de forma a mim inusitada: com a benção do Padre Eduardo. Isto mesmo. Padre Eduardo, de Iriri, é presidente de um MC local.

Enquanto a banda tocava Noites Traiçoeiras, o cura dizia palavras de alerta aos motociclistas. Abençoou chaves, carteiras, jogou água benta, enquanto muitos, de mãos estendidas cantavam e acompanhavam o celebrante de colete e clérgima.
Show e benção do Pe. Eduardo
Terminada a benção, deu início ao show uma banda de blues, seguida de uma de rock brasileiro. Ao longo daquela noite, entre comidas e bebidas, víamos motos, encontrávamos velhos conhecidos. Com fome, quis um hambúrguer. Feito o pedido, soube que ficaria pronto em 30 minutos, tamanha era a quantidade de gente que comprou também. Passei por tendas de vendas, preguei adesivos no meu colete e vi muita moto bonita. As motos, aliás, deram-me inspiração pras mudanças que pretendo fazer com minha Intruder 125cc que está em Contagem-MG.

Leviatãs no Show
Conheci Pierre e sua esposa, um casal sensacional, que no dia seguinte nos acompanhou de volta a Guarapari.

Por volta da meia noite voltamos para o hotel. Paramos pra comer churrasquinho. Não estava maravilhoso. Também, pelo preço de R$3,00 não dava pra esperar grande coisa.

No dia seguinte fizemos o desjejum no Hotel. Não era lá grande coisa: bolo cru, torta fria, ambiente pequeno e lotado. Mas, pra estar com os Leviatãs qualquer negócio nos alegra.

Retorno ao Hotel após o Show


O retorno pra casa foi tão tranquilo quanto a ida. Pela estrada alguns companheiros resolveram nos acompanhar, principalmente ao verem nosso comportamento do grupo (velocidade, sinalizações, etc.).

Novamente paramos em Ibiraçu, agora em outro restaurante da mesma empresa pra um café, uma água. Seguimos caminho até Vitória, depois da ponte da passagem. No posto de gasolina vimos que não havia nenhuma lanchonete.

— Acho que levei uma multa. Passei debaixo do amarelo. Tomara que não – desabafou Pierre, proprietário da HD (Harley Davidson) Deluxe.

O mau tempo se aproximava e, depois da terceira ponte, paramos em um posto de gasolina pra vestir capa e ir ao banheiro. Infelizmente, algumas pessoas, como a esposa de Pedro, não tinha capa pra chuva. Seguimos viagem até o Posto de gasolina de Santa Mônica, onde encontramos Dariomar no dia anterior. Despedimo-nos e voltamos cada um pra sua casa.

A viagem deixou pra mim uma grande lição: respeito. Não um respeito qualquer, mas às mulheres. Todos os que levaram suas esposas e companheiras sentiram-se confortados, pois ninguém, em momento algum, faltou com o respeito às mulheres, fosse da forma que fosse. Pelo contrário, elas foram muito bem acolhidas por todos os homens do grupo. Nem mesmo no Encontro de Colatina houve nenhum tipo de desrespeito.


A lição final: companheirismo. No Encontro de Colatina tinham muitos motoclubes. Nenhum se comparou a outro, seja por tipo de moto, seja pelo colete, tamanho do grupo, enfim, por comparação nenhuma. Pelo contrário, eram pessoas que se cumprimentavam a todo momento. Presença de mulheres, crianças e idosos, além de cadeirantes e outras pessoas com algum tipo de deficiência estavam por todo lugar. Tudo num clima familiar, de descontração. ISTO É MOTOCLUBE.